sexta-feira, 28 de maio de 2010

Futuro do Núcleo Ouro Preto e Região..

Perspectivas
A atuação do arquiteto é  em Ouro Preto, em relação ao Estado ou País, unica. A manutenção da cidade é resguardada por uma legislação que cria precedentes ao trabalho profissional qualificado.

Continuidade..
Ao tentarmos criar algo que congregasse arquitetos e urbanistas em Ouro Preto e Região tentamos criar algo que fosse referencia crítica a situação do arquiteto(a) local, mas a total falta de senso corporativo  é uma ameaça ao futuro da organização profissional local.

Núcleo Ouro Preto e Região
Algo possível, mas improvável ?!

A sorte está lançada, Núcleo, eventos, ações, representatividade...

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

AS SETE NORMAS PARA A GOVERNANÇA URBANA


EQUIDADE = acesso de todas as pessoas, sem distinção de sexo, raça, etnia, idade, interesses políticos ou outras características, aos recursos básicos da cidade e aos processos de toma de decisões da vida urbana. Cidades inclusivas fornecem o acesso à nutrição, educação ,emprego, qualidade de vida, saúde, moradia, água potável, saneamento básico e serviços sociais a todos seus cidadãos e cidadãs, privilegiando os grupos mais pobres e vulneráveis.

SEGURANÇA = de todos os indivíduos em seu hábitat (entorno). Cada indivíduo tem o direito inalienável à vida, à liberdade e à segurança pessoal. A insegurança tem impacto desproporcional nas comunidades mais pobres e mais excluídas. As cidades devem procurar evitar conflitos humanos e os desastres naturais, envolvendo a todos os grupos de interesse na prevenção de crimes, conflitos e desastres. Segurança implica estar livre da ameaça de despejo e ter segurança da posse da moradia. As cidades devem trabalhar com as agências de mediação de conflitos, estimulando a cooperação entre agências de segurança pública e as entidades públicas de saúde, educação e moradia.

EFICIÊNCIA  =  na prestação de serviços públicos e na promoção do desenvolvimento econômico urbano. As cidades devem ser  financeiramente sólidas, com relação aos ingressos obtidos e aos serviços que entregam à cidadania, e devem promover a participação do setor privado e das comunidades populares na economia urbana, reconhecendo a contribuição específica das mulheres no alcance de uma economia urbana eficiente.

SUSTENTABILIDADE  =  em todas as dimensões do desenvolvimento urbano. As cidades devem equilibrar as necessidades econômicas do presente e do futuro, sem afetar o meio ambiente e ter um compromisso claro de redução da pobreza urbana. Os líderes de todos os setores da sociedade urbana devem ter uma visão estratégica de longo alcance do desenvolvimento humano sustentável e também a capacidade de conciliar interesses divergentes em favor do bem comum.

DESCENTRALIZAÇÃO = das responsabilidades e dos recursos, baseado no princípio de subsidiaridade e responsabilidade. A responsabilidade no fornecimento de serviços deve ser compartilhada se baseando no princípio de subsidiaridade  iniciativas urbanas que respondam às necessidades básicas da cidadania. As cidades tem que ter recursos suficientes e a autonomia necessária para cumprir com suas responsabilidades.

TRANSPARÊNCIA E GESTÃO RESPONSÁVEL = uma gestão urbana transparente e aberta, e uma cidadania vigilante de seus direitos. A responsabilidade das autoridades locais para com os seus cidadãos é fundamental para uma gestão urbana eficiente. Não pode haver lugar para a corrupção dentro da gestão das cidades. A corrupção aumenta a pobreza urbana e arruina a credibilidade da governança local. As leis e as políticas públicas tem de ser aplicadas de forma transparente e previsível. As autoridades locais eleitas e nomeadas, e os servidores públicos, devem dar o exemplo da mais alta ética pessoal e profissional. Igualmente, uma participação pró ativa da cidadania é um elemento chave para a promoção da transparência e a responsabilidade.

COMPROMISSO CÍVICO E CIDADÃO = as pessoas são a principal riqueza das cidades; elas são tanto o objeto como o meio para alcançar o desenvolvimento humano sustentável. Cidades que garantam a participação ativa da cidadania nas decisões são mais governáveis, tanto no nível da gestão direta como através de sua representação democrática. O capital cívico das mulheres e das comunidades mais carentes deve ser reconhecido e valorizado e a ética dos direitos e obrigações cívicas explicitamente fomentadas.    

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Conferencia da Cidade de Ouro Preto

Caro(a) Ouropretano(a):

Diariamente convivemos com vários problemas em nossa Cidade: moradias em áreas de risco, crescimento desordenado, agressões à natureza... Problemas que podemos ajudar a resolver.. Como? participando da Conferencia da Cidade de Ouro Preto.

A prefeitura de Ouro Preto e os Conselhos Municipais de Política Urbana e de Habitação estão organizando a Conferencia da Cidade de Ouro Preto. Um importante espaço de diálogo entre o governo e a sociedade civil para discutir a questão do transporte, da habitação da regularização fundiária, do saneamento, das políticas urbanas para todo o Município, com o objetivo de construir uma cidade mais justa, democrática e sustentável.

Venha construir o futuro de nossa Cidade!

03 de dezembro (quinta-feira)

09hrs

Auditório da Escola de Minas

Praça Tiradentes

Informações 3559-3340

Participe!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

CARTA ABERTA Arquitetos e Arquitetas do Brasil

Os presidentes das cinco entidades que representam a comunidade formada por arquitetos brasileiros de todos os estados de nosso Brasil, reunidos em São Paulo, em 18 de agosto de 2009 vem, pela presente, manifestar sua preocupação diante dos fatos expostos abaixo: Após anos de trabalho e discussões realizadas pelas entidades e suas bases em todo o país, no dia 08 de maio em reunião em São Paulo na sede da Asbea, e depois, em Brasília, entregamos aos deputados Fernando Chucre e Luiz Busato o esboço do novo PL 4413, aprimorado, gerado por meses de discussão entre as entidades formadoras do CBA - Colégio Brasileiro dos Arquitetos e suas bases. Fomos informados pelo deputado de São Paulo, Fernando Chucre, que os trabalhos de revisão institucional não conflitaram com o conteúdo proposto pelas cinco entidades que representam a profissão dos arquitetos e urbanistas, tendo sido protocolada para votação do substitutivo do PL pelo deputado gaúcho Luiz Carlos Busato. Lembramos ainda que o CBA, com dez anos de existência, foi designado pelas Câmaras Especializadas de Arquitetura dos Creas para interlocução da revisão do Projeto de Lei em curso. A vontade de se ter conselho próprio entre os arquitetos e arquitetas é inegável, tendo sido realizada ampla pesquisa prévia, de âmbito nacional, por iniciativa e verbas do próprio Confea, por empresa especializada contratada, pesquisa que demonstrou que 75% dos arquitetos e urbanistas desejam ter conselho próprio. Lembramos que recursos públicos foram empregados nessa pesquisa, que com mais absoluta lisura e correção foi exposta e noticiada pelo próprio Confea à comunidade. Tivemos notícia de que agora o Confea realiza consulta via internet, com metodologia e critérios duvidosos, direcionada a quaisquer profissionais do sistema, não somente aos arquitetos, sobre a criação de nosso Conselho, que se encontra nesse momento em processo democrático de votação e aprovação na Câmara Federal. Hoje o mérito da criação do CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo é uma decisão do Presidente da Republica, declarada em 31 de dezembro de 2007, votada e aprovada pela Câmara e Senado Federais através do PL 4747/2003, por legítimos representantes da população brasileira. Reiteramos aqui a nossa manifestação de que qualquer pesquisa isolada, ou sem metodologia confiável, além de representar desperdício de dinheiro público já oficialmente dispendido na pesquisa realizada anteriormente pelo Confea, representa também colocar em dúvida dados divulgados pelo próprio Confea, atual organismo responsável pela fiscalização e registros da profissão, e colocar em dúvida o processo de dez anos de discussão e lutas vivido pelas cinco entidades no CBA, indubitavelmente, representantes nacionais da profissão de arquitetos e urbanistas, na continuidade de 50 anos de batalhas mais antigas

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Reunião 28/07

Reunião para dicussão do Estatuto e CNPJ
Boteco do Chopp
18:00
Otimas porções!
Cerveja honesta!

domingo, 5 de julho de 2009

Pensem Nisso!



Fonte: Não encontrada.

ArchDaily

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Fonte: http://www.archdaily.com